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Ida & Volta - Boletim

outubro 30, 2009

Foro da FAO sobre a Fome no mundo

Vanete Almeida, da Rede de Mulheres Rurais da America Latina e Caribe e do Centro de Educação Comunitária Rural participoudo Foro da FAO (Organização da ONU para Alimentação e Agricultura) “Como alimentar o mundo em 2050″ que aconteceu em Roma-Italia nos 12 e 13 de Outubro 2009 (para acessar mais informação na página do evento (em espanhol) clique aqui.)
“São devastadoras os efeitos da crise econômica sobre as populações carentes. Mai de um bilhão de pessoas passa fome no mundo , um aumento de 9% em relação a 2007, atingindo o nível mais elevado desde 1970.
Alguns paises demonstraram uma grande melhoria nos niveis de subnutrição desde 1990. Em primeiro lugara está o Vietnã, seguido pelo Brasil.
Porém 1 a cada 6 pessoas passa fome todos os dias. É importante lembrar que 70% da pobreza mundial é rural e que stá aumentando, o que significa a transferencia dessa pessoas e da pobreza do campo para as cidades.” (FAO)

Vanete conclui que, para acabar com a fome é necessário enfrentear os seguintes desafios:
- considerar a pequena produção e o desenvolvimento da agricultura familiar,
- Reconhecer a precariedade de produção e armazenamento e definir prioridades governamentais,
- Garantir e fortalecer a particpação da sociedade civil organizada,
- Ter um desenvolvimento que saiba se relacionar com a pobreza, visando formas reais de enfrentá-la,
- Reconhecer a complexidade da agriecultura (falta de terra, de água, de sementes, impatos da mudança climática, etc.) e pensar como respaldar os pequenos agricultores.
- Fazer tudo para os trabalhadores não sairem do campo, que seu trabalho lhe permita uma vida digna, e colocar os trabalhadres rurais no centro das discussões, pois são eles que sabem produzir alimentos e portanto alimentar nosso povo,
- Destacar a diversidade de cultivo e centrar na nutrição, na alimentação da população no mundo.

Todos os paises pobres (Africanos, de América Latina e Caribe, e Oriente Médio) estão familiarizados com a fome e a pobreza, e são essa regiões e esses povos que precisam dizer que caminho seguir para romper essa situação injusta.