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	<title>CECOR - Apostando no Semi-Árido</title>
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	<description>Centro de Educação Comunitária Rural</description>
	<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 21:38:20 +0000</pubDate>
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		<title>Sabão ecológico surge como oportunidades para jovens rurais</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 21:27:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Preocupados em buscar alternativas de geração de renda, jovens da comunidade rural de Carvalhada, município de Flores,  em parceria com o CECOR, realizaram uma Oficina de Ecosabão. A ideia consiste no reaproveitamento do óleo doméstico de forma sustentável, sem poluir o meio ambiente. O que antes ia parar no lixo e até mesmo jogado na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Preocu<a href="http://www.cecor.org.br/uploads/oficina-de-ecosabao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3398" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="oficina-de-ecosabao" src="http://www.cecor.org.br/uploads/oficina-de-ecosabao-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>pados em buscar alternativas de geração de renda, jovens da comunidade rural de Carvalhada, município de Flores,  em parceria com o <strong>CECOR</strong>, realizaram uma Oficina de Ecosabão. A ideia consiste no reaproveitamento do óleo doméstico de forma sustentável, sem poluir o meio ambiente. O que antes ia parar no lixo e até mesmo jogado na natureza, agora, transformou-se em matéria prima nas mãos de moças e rapazes do Semiárido.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
Durante a oficina, por meio de vídeos, os jovens aprenderam a importância da reciclagem do óleo e viram, na prática, como se faz o sabão ecológico de forma planejada e organizada para gerar renda. De acordo com a educadora do <strong>CECOR</strong>, Kelle Souza, o grupo já pensa em ir longe, já tem a intenção de comercializar na feira livre da cidade. “A produção do ecosabão dará uma grande contribuição ao meio ambiente. Pesquisas mostram que 1 litro de óleo de cozinha pode poluir 10.000 litros de água. Este óleo doméstico é altamente prejudicial à natureza”, revela Kelle.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
Para o jovem Everaldo Barbosa, que faz parte do Grupo Vem Ser, a oficina vai trazer novas possibilidades de empregabilidade para a comunidade. “Queremos dá sequencia a essa atividade no grupo com a produção do ecosabão, comercializando não só na nossa localidade, mas também na cidade”, enfatizou.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
Já para a jovem, Elza Silva, a produção de sabão ecológico, além de ter o reaproveitamento do óleo, os jovens terão oportunidade na comunidade. “Não vamos mais querer sair e deixar nossas famílias para buscar empregos em outros locais. Vamos ter condições de ter nossa própria renda aqui”, fala empolgada.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
O Grupo Vem Ser  quer ir além da oficina, idealiza com outros produtos como sabão liquido e sabonete. Os jovens já pensam em criar uma marca, Sabão Florescer - uma alusão ao município de Flores. O ecosabão além de agregar valor ao produto, surge como um empreendimento e oportunidade para a  comunidade de Carvalhada.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
<strong>PARCERIA </strong>– A Oficina de Ecosabão foi realizada pelo <strong>CECOR</strong>, em parceira com o Instituto C&amp;A, União Europeia/ Serviço Internacional e Brazil Foundation.</p>
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		<title>Agricultores e agricultoras enviam cartas à presidenta Dilma</title>
		<link>http://www.cecor.org.br/agricultores-e-agricultoras-enviam-cartas-a-presidenta-dilma/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 02:25:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Centenas de cartas escritas por mãos calejadas do trabalho na roça. Palavras de gratidão, fé e indignação revelam sentimentos contraditórios que se alastraram no Semiárido brasileiro nesse final de ano para início de 2012. Alegria, pela conquista de uma cisterna perto de casa, de uma alimentação saudável e de aumento da renda familiar; e frustração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cecor.org.br/uploads/cartasparadilma.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3388" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="cartasparadilma" src="http://www.cecor.org.br/uploads/cartasparadilma.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Centenas de cartas escritas por mãos calejadas do trabalho na roça. Palavras de gratidão, fé e indignação revelam sentimentos contraditórios que se alastraram no Semiárido brasileiro nesse final de ano para início de 2012. Alegria, pela conquista de uma cisterna perto de casa, de uma alimentação saudável e de aumento da renda familiar; e frustração pela possibilidade de ver o que está dando certo para a região ser descartado.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
As cartas escritas ou ditadas por homens e mulheres do Semiárido que, na maioria das vezes, não têm muita intimidade com as letras, são todas endereçadas à autoridade máxima da nação: a presidente Dilma Roussef.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
Vindas de comunidades rurais de todos os cantos do Semiárido brasileiro as correspondências foram recolhidas pela Articulação no Semiárido (ASA) no ato público que reuniu cerca de 15 mil pessoas em Petrolina, Pernambuco. Todas as cartas foram entregues ao ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para que cheguem às mãos da presidente Dilma.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
Após a mobilização, o Governo Federal decidiu voltar atrás e renovar a parceria com a ASA que estava suspensa. Um aditivo foi acordado, garantindo a execução dos programas Um Milhão de Cisternas (P1MC) e Uma Terra e Duas Águas (P1+2) até o final de março de 2012 e uma nova reunião foi marcada para o dia 3 de janeiro, com o intuito de elaborar um novo termo de parceria.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
Os conselhos à presidente são uma tentativa de evitar a volta a um passado ainda recente, profundamente marcado pela sequidão e por promessas eleitoreiras. Foram escritas por pessoas que passaram anos a fio dando seu nome todas as vezes em que apareceram propostas de doação de cisternas na comunidade, principalmente em época de eleições. Estas pessoas testemunharam este ciclo se quebrar a partir da força da sociedade civil organizada, através da atuação da ASA.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
Os relatos das cartas contam sobre suas próprias vidas. E tem a força da verdade. Arrebatam os corações sensíveis. São histórias de sobreviventes de uma época em que a água que se bebia fazia crianças com menos de um ano morrerem de doenças intestinais.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
As vozes das cartas falam também da precisão das cisternas de placa de cimento. Asseguram que a sua construção movimenta a economia local. Algumas são escritas por pedreiros que levam a vida a construir as cisternas de placa. As mensagens são unânimes em contestar as cisternas de plástico PVC, por terem consciência de que o plástico por sua própria natureza não apresenta a durabilidade das cisternas de alvenaria.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;">(Fonte: ASA Brasil)</p>
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		<title>Quinze mil pessoas unidas pela continuidade das ações da ASA</title>
		<link>http://www.cecor.org.br/quinze-mil-pessoas-unidas-pela-continuidade-das-acoes-da-asa/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 02:11:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 15 mil agricultores e agricultoras de todos os estados do Semiárido brasileiro participaram da caminhada realizada pela Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA) entre as cidades de Juazeiro, Bahia, e em Petrolina, Pernambuco, no dia 20 de dezembro. Os números foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal. O CECOR levou cerca de 100 pessoas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cecor.org.br/uploads/ato1-asa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3384" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="ato1-asa" src="http://www.cecor.org.br/uploads/ato1-asa-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Cerca de 15 mil agricultores e agricultoras de todos os estados do Semiárido brasileiro participaram da caminhada realizada pela Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA) entre as cidades de Juazeiro, Bahia, e em Petrolina, Pernambuco, no dia 20 de dezembro. Os números foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal. O <strong>CECOR</strong> levou cerca de 100 pessoas para o ato.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span></p>
<p style="text-align: justify;">Os agricultores e agricultoras ocuparam a ponte que liga as duas cidades sertanejas para dizer ao Governo Federal que querem a continuidade da parceria do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) com a ASA, para a continuidade dos programas Um Milhão de Cisternas (P1MC) e Uma Terra e Duas Águas (P1+2). “É inadmissível que se corte a parceria com a ASA, não se pode aceitar que uma prática da qualidade dessa, que já construiu mais de 370 mil cisternas no Semiárido, seja de uma hora pra outra desconsiderada pelo Governo Federal. Nós queremos dizer ao Governo que estamos na perspectiva de sermos chamados para reconstruir essa relação”, pontuou Naidison Baptista, integrante a coordenação executiva da ASA.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span><br />
Faixas e bandeiras traziam o sentimento das delegações. “Desarticular é retroceder. A ASA é o povo no Semiárido. Não queremos voltar à Indústria da Seca”, dizia o banner que abria a caminhada. “Não acabe o que vem dando certo. Parceria da ASA/MDS”, pedia outra faixa. “Por um Semiárido mais justo”, era outro dos dizeres que podiam ser lidos em meio à multidão.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span></p>
<p style="text-align: justify;">A caminhada reuniu muita gente, inclusive pessoas que ainda não tinham recebido cisternas, mas que estavam lá porque sabiam da importância da ação da ASA para suas comunidades. A agricultora Danúzia da Silva, do município de Dormentes, em Pernambuco era uma dessas pessoas. “A ASA ajudou muito na nossa região, porque a falta de água é muito grande. Não tenho cisterna, mas hoje eu estou muito feliz de participar e representar minha comunidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">
O agricultor José Miguel de Souza, de Ouricuri, também não tem cisterna em casa, mas estava na caminhada. Questionado sobre o que achava do fim da parceria entre MDS e ASA respondeu: “É só a gente dar o troco ao governo depois, porque foi a gente que colocou ele lá”.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span><br />
<strong>Cisternas de plástico</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span><br />
<a href="http://www.cecor.org.br/uploads/cisternadeplastico_atopublico.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3385" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="cisternadeplastico_atopublico" src="http://www.cecor.org.br/uploads/cisternadeplastico_atopublico-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a>O ato também reforçou a posição da ASA contra as cisternas de plástico que já começaram a ser implantadas pelo Governo Federal. “A cisterna de plástico não emprega nossos pedreiros, não movimenta nosso comércio, não mexe com as comunidades. Ela é um pacote pronto de fora, que gera apenas lucros para as empresas. Quando ela tiver um problema, quem conserta? Quem corrige?”, indagou o coordenador da ASA, Naidison Baptista.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span><br />
O coordenador pediu ainda que a sociedade civil seja incluída na construção de políticas públicas para o Semiárido. “Nós não admitimos ser excluídos, não admitimos a cisterna de plástico e queremos ser chamados pelo governo para um diálogo maduro onde encontremos soluções reais para os problemas que estamos enfrentando”, frisou Naidison.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span><br />
Para a agricultora Cleonice Constantino, de Remígio, na Paraíba, a cisterna de placas trouxe muitas mudanças. “Minha cisterna significou muito. Mudou tudo que eu tenho hoje, as verduras e muita coisa que a gente tinha que comprar e hoje temos em casa. Nós queremos mais cisternas para as outras pessoas que não tem. E a cisterna de plástico não tem futuro. As águas ficam quentes e sem vida!”, enfatizou Cleonice.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span><br />
(Fonte: ASA Brasil)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Agricultores do Semiárido protestam contra MDS</title>
		<link>http://www.cecor.org.br/agricultores-do-semiarido-protestam-contra-mds/</link>
		<comments>http://www.cecor.org.br/agricultores-do-semiarido-protestam-contra-mds/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 12:51:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta terça-feira (20), cerca de 10 mil de agricultores estão sendo esperados em Petrolina, no Sertão pernambucano, para participarem de um ato público pela continuidade das ações da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), entre eles o Programa Um Milhão de Cisternas. A ideia da mobilização é reafirmar a importância da sociedade civil na construção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cecor.org.br/uploads/cisternas-de-plastico.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3379" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="cisternas-de-plastico" src="http://www.cecor.org.br/uploads/cisternas-de-plastico-300x288.jpg" alt="" width="300" height="288" /></a>Nesta terça-feira (20), cerca de 10 mil de agricultores estão sendo esperados em Petrolina, no Sertão pernambucano, para participarem de um ato público pela continuidade das ações da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), entre eles o Programa Um Milhão de Cisternas. A ideia da mobilização é reafirmar a importância da sociedade civil na construção de políticas públicas de convivência com a região. O evento está sendo mobilizado pela ASA e será realizado na Concha Acústica da cidade, durante a manhã.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
O ato foi motivado por declarações do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) que indicam o fim da parceria do Governo Federal com a ASA, como a suspensão do repasse de R$ 120 milhões que iria beneficiar 165 mil pessoas. O compromisso no repasse dos recursos foi firmado, pelo MDS, através do Diário Oficial da União do dia 17 de agosto deste ano. Este recurso, segundo a ministra do MDS Tereza Campelo, foi empenhado para governos estaduais executarem as metas do Programa Água para Todos.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
“Reconhecemos que esse movimento atual do governo pode levar ao fim um conjunto de processos que para nós da ASA é muito caro e que se localizam na ação de mobilização comunitária, formação, empoderamento local e controle social, ou seja, os carros chefes da nossa ação, sendo esses os elementos que nos diferenciam e que no entendimento da ASA temos que defender com unhas e dentes”, diz um trecho do documento convocatório ao ato, assinado pela coordenação executiva da ASA. O ato, deve reunir cerca de 10 mil pessoas entre agricultores e agricultoras de todos os estados do Semiárido, integrantes das organizações sociais e representantes do poder público do Nordeste.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
<strong>Campanha</strong> – A Campanha Cisternas de Plástico/PVC – Somos Contra! também será destaque durante o ato. O Ministério da Integração Nacional informou que serão investidos R$ 1,5 bilhão na instalação de 300 mil cisternas de plástico. O valor corresponde a mais que o dobro do que a ASA gastou para construir 371 mil cisternas de placas no Semiárido. Isto porque o custo unitário das cisternas plásticas é 58% mais alto do que a cisterna de placa feita com a metodologia da ASA.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
<strong>Petrolina </strong>- A cidade foi escolhida para sediar o evento devido tanto à localização geográfica, que permite concentrar um grande número de pessoas de outros estados do Semiárido, como pela história de luta de diversas organizações da região. “É também uma região onde há uma concentração de grandes projetos. E ao mesmo tempo você percebe um conjunto de ações na linha da convivência com o Semiárido e que pra gente é importante reforçar essa luta, a resistência dessas pessoas que têm construído essa nova lógica de viver no Semiárido”, destaca Neilda Pereira, coordenadora executiva da ASA pelo estado de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p><strong>Números das ações da ASA:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span><br />
Cisternas de 16 mil litros construídas (água para consumo humano): 371.728<br />
Tecnologias para produção de alimentos e criação animal: 10.514<br />
Capacidade de água armazenada para beber: 5,9 bilhão de litros<br />
Pessoas beneficiadas com água para beber: 1,8 milhão<br />
Número de municípios atendidos: 1.076</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Governo Federal corta recursos para construção de cisternas</title>
		<link>http://www.cecor.org.br/governo-federal-corta-recursos-para-construcao-de-cisternas/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:09:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[[caption id="attachment_3365" align="alignleft" width="300" caption="TRANSFORMAÇÃO: Essa corrente não pode parar"][/caption]

Após oito anos de convênio com o Governo Federal, o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS) anunciou o fim da parceria com a Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA).  A União deixa de repassar R$ 80 milhões para os programas Um Milhão de Cisternas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3365" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.cecor.org.br/uploads/cisterna-asa.jpg"><img class="size-medium wp-image-3365 " style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="cisterna-asa" src="http://www.cecor.org.br/uploads/cisterna-asa-300x200.jpg" alt="TRANSFORMAÇÃO: Essa corrente positiva no Semiárido não pode se acabar" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">TRANSFORMAÇÃO: Essa corrente não pode parar</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após oito anos de convênio com o Governo Federal, o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS) anunciou o fim da parceria com a Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA).  A União deixa de repassar R$ 80 milhões para os programas Um Milhão de Cisternas (P1MC) e Uma Terra e Duas Águas (P1+2).<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
O corte dos recursos resulta na anulação ao direito e garantira de água para as famílias do meio rural do Semiárido brasileiro, numa região onde antes só existia fome, miséria e a indústria da seca. Em outubro, o aditivo de R$ 80 milhões para a construção das cisternas chegou a ser publicado no Diário Oficial da União, e deveria ser liberado até 30 de novembro, o que não ocorreu.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
As ações da ASA na região já beneficiou diretamente mais de 2 milhões de pessoas, em 1.076 municípios com a construção de quase 372 mil cisternas de placas, envolvendo 12 mil pedreiros e pedreiras. O saldo que fica dos projetos é água de qualidade chegando para os agricultores e produção de alimentos agroecológicos com mais participação social e dignidade humana.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
O Governo Federal argumenta que a decisão foi tomada para priorizar a execução do Plano Brasil Sem Miséria, apenas via municípios e estados, excluindo a sociedade civil organizada. A sugestão dada pelo MDS é que a ASA negocie sua ação em cada um dos estados contemplados.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
Além da parceria com estados e municípios, o Governo  Federal também anuncia a compra de milhares de cisternas de plástico/PVC de empresas que começam a se instalar na região. Ou seja, o Governo não apenas rompe com a ASA, mas amplia a estratégia de repasse de recursos públicos para as empresas privadas. O corte da verba representa um retrocesso, o que pode gerar um retorno claro e nítido a velhas práticas da indústria da seca, em que as famílias são colocadas novamente como reféns de políticos e empresas, tirando-lhes o direito de acesso a seguridade de água e a uma vida digna.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span><br />
As ações da ASA em diversas ocasiões já foram reconhecidas pelo alto escalão do Governo  Federal como exitosas na aplicação e gestão de recursos públicos. A transformação da população para uma vida melhor e a utilização de tecnologias sociais no Semiárido brasileiro renderam vários prêmios entregues pelo próprio Governo e pela ONU.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;">(Fonte: Asa Brasil)</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Organizações realizam ato público na nascente do Rio Pajeú</title>
		<link>http://www.cecor.org.br/organizacoes-realizam-ato-publico-na-nascente-do-rio-pajeu/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 01:26:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[[caption id="attachment_3353" align="alignleft" width="300" caption="Visita da Caravana à nascente em outubro/2011 "][/caption]
No próximo domingo (18), a Caravana do Rio Pajeú promove um Ato Público Em Defesa do Rio Pajeú na nascente do rio, na comunidade rural de Brejinho dos Ferreiros, município de Brejinho, a partir das 08h. O objetivo do evento é chamar a atenção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3353" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.cecor.org.br/uploads/b-71.jpg"><img class="size-medium wp-image-3353" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="b-71" src="http://www.cecor.org.br/uploads/b-71-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Visita da Caravana à nascente em outubro/2011 </p></div>
<p style="text-align: justify;">No próximo domingo (18), a <strong>Caravana do Rio Pajeú</strong> promove um Ato Público Em Defesa do Rio Pajeú na nascente do rio, na comunidade rural de Brejinho dos Ferreiros, município de Brejinho, a partir das 08h. O objetivo do evento é chamar a atenção das autoridades, poder público, promotoria pública e população para o desmatamento e poluição do Rio Pajeú.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span><br />
Na programação, plantio de mudas de árvores nativas e uma celebração eucarística. A organização do evento espera um público de 300 pessoas de toda a região, entre representantes de movimentos sociais e organizações, universitários, professores, prefeitos, vereadores, religiosos, trabalhadores rurais e promotores públicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;">Por muito tempo, o Rio Pajeú foi cantado por artistas e poeta pelas suas riquezas e abundância d´água. Atualmente, a área da nascente é de propriedade privada e se encontra em estágio avançado de degradação e desertificação. O local está a 8 km da sede do município, Brejinho.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;">A Caravana do Rio do Pajeú surgiu em 2008, é um movimento da sociedade civil e tem na coordenação o <strong>CECOR</strong>, Diocese de Afogados da Ingazeira, Movimentos de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Sertão Central, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (Fetape) e Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú. A Caravana desenvolve ações de conscientização pela preservação do Rio Pajeú por meio de palestras, cartas abertas, atos públicos e seminários.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Caravana visita nascente do Rio Pajeú</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 22:40:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o intuito de conhecer mais de próximo a realidade da nascente, a Caravana do Rio Pajeú esteve no nascedouro do Rio Pajeú, na comunidade rural de Brejinho dos Ferreiros, município de Brejinho-PE. Além da equipe do CECOR, na ocasião estavam presentes alunos de escolas municipais, integrantes do poder público, lideranças sindicais, representante de organizações, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">C<a href="http://www.cecor.org.br/uploads/b-3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3336" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="rio pajeu" src="http://www.cecor.org.br/uploads/b-3-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>om o intuito de conhecer mais de próximo a realidade da nascente, a Caravana do Rio Pajeú esteve no nascedouro do Rio Pajeú, na comunidade rural de Brejinho dos Ferreiros, município de Brejinho-PE. Além da equipe do <strong>CECOR</strong>, na ocasião estavam presentes alunos de escolas municipais, integrantes do poder público, lideranças sindicais, representante de organizações, poetas, músicos e religiosos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span></p>
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<p style="text-align: justify;">O engenheiro hidráulico e professor da Universidade Federal Rural, Genival Barros, que também faz parte da Caravana, apresentou para o público o objetivo da visita. &#8220;A ideia de a gente estar aqui é para analisar a forma como vamos recuperar o nosso Rio Pajeú, começando pela sua nascente. É necessário repensar nossas atitudes diante do Rio&#8221;, enfatizou.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span></p>
<p style="text-align: justify;">Acobertados pela sombra da árvore de um Tamboril frondoso na comunidade, poetas e músicos declamaram e cantaram o Rio Pajeú acompanhados dos alunos da rede municipal de ensino. Em seguida, ao conhecerem a nascente os visitantes constaram um cenário de desmatamento da mata ciliar e a erosão do solo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">X</span></p>
<p style="text-align: justify;">Ao se aproximar da nascente, a Caravana foi recebida pelo proprietários das terras, o agricultor Tiago Henrique Silva. Meio acanhado, mas com tamanha vontade de ajudar na revitalização do Rio, ele falou que algumas décadas atrás jorrava sem parar água do Rio Pajeú. &#8220;Eram terras boas, uma fartura danada de água. Como diz o ditado uma andorinha só não faz verão. Estou aqui pra ajudar no que precisar para não deixar esse Rio morrer&#8221;, falou empolgado.</p>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cecor.org.br/uploads/b-63.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3341" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="rio pajeu" src="http://www.cecor.org.br/uploads/b-63-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No final da visita, integrantes da Caravana plantaram mudas de árvores próximas a nascente do Rio Pajeú. Foi uma forma, queira que simbólica, de não deixar esse Rio morrer e trazer a vitalidade dele através das águas correndo na região do Pajeú afora.</p>
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		<title>CECOR promove encontro com consumidores agroecológicos</title>
		<link>http://www.cecor.org.br/cecor-promove-encontro-com-consumidores-agroecologicos/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 16:27:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproximar consumidores e agricultores e agricultoras foi a ideia do primeiro Encontro de Consumidores das Feiras Agroecológicas realizado pelo CECOR no último dia 02 de outubro na comunidade de Santa Clara, município de Santa Cruz da Baixa Verde. O evento contou com a participação de cerca de 60 pessoas, entre técnicos, consumidores e feirantes. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cecor.org.br/uploads/encontro-de-consumidores.jpg"><img class="alignleft size-full  wp-image-3320" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="encontro-de-consumidores" src="http://www.cecor.org.br/uploads/encontro-de-consumidores.jpg" alt="" width="302" height="201" /></a>Aproximar consumidores e agricultores e agricultoras foi a ideia do primeiro Encontro de Consumidores das Feiras Agroecológicas realizado pelo <strong>CECOR</strong> no último dia 02 de outubro na comunidade de Santa Clara, município de Santa Cruz da Baixa Verde. O evento contou com a participação de cerca de 60 pessoas, entre técnicos, consumidores e feirantes. As feiras são acompanhadas pelo Projeto Construindo um Sertão Sustentável e Solidário.</p>
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<p style="text-align: justify;">De acordo com a técnica do <strong></strong>, Kelle Souza, a proposta do Encontro foi discutir junto aos consumidores e consumidoras a importância dos produtos agroecológicos. Na programação, foram realizadas oficinas temáticas sobre “Certificação Orgânica” e “Os danos causados pelo uso de agrotóxicos” com exibição do documentário “O veneno está na mesa”. “Essa experiência de intercâmbio foi um momento em que os consumidores foram conhecer, na prática, todo o processo do sistema agroecológico dentro da comunidade”, explica.</p>
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<p style="text-align: justify;">Em seguida, os participantes do intercâmbio visitaram a produção agroecológica da agricultora Dalvanice Magalhãe e do agricultor Gilberto Sabino.  Nessas áreas agroecológicas, conheceram a forma de produção e os tratos culturais e dinâmicos vivenciados pela agricultura familiar.</p>
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<p style="text-align: justify;">O agricultor Gilberto Sabino produz numa área de dois hectares feijão, milho, banana, café, cenoura, coentro, alface, couve flor, rúcula, espinafre e brócolis. As hortaliças são comercializadas na Feira Agroecológica de Serra Talhada. “Foi muito bom esse contato com os consumidores, pois a gente pôde conhecer e estar mais de perto. Devem ter mais momentos como esses”, ressalta Gilberto. O intercâmbio se encerrou com um almoço agroecológico na comunidade.</p>
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		<title>Agricultores participam de intercâmbios de experiências</title>
		<link>http://www.cecor.org.br/agricultores-participam-de-intercambios-de-experiencias/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 02:20:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 30 agricultores e agricultoras visitaram o Assentamento de Carnaúba do Ajudante, no município de Serra Talhada, para conhecer as experiências do biodigestor e das hortas e pomares agroecológicos. O intercâmbio foi uma iniciativa do Projeto Construindo um Sertão Sustentável e Solidário, desenvolvido pelo CECOR com o apoio da União Européia/Serviço Internacional. O evento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cecor.org.br/uploads/agricultores-na-comunidade-intercambio.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3306" style="margin: 3px; border: black 1px solid;" title="agricultores-na-comunidade-intercambio" src="http://www.cecor.org.br/uploads/agricultores-na-comunidade-intercambio-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a>Cerca de 30 agricultores e agricultoras visitaram o Assentamento de Carnaúba do Ajudante, no município de Serra Talhada, para conhecer as experiências do biodigestor e das hortas e pomares agroecológicos. O intercâmbio foi uma iniciativa do Projeto Construindo um Sertão Sustentável e Solidário, desenvolvido pelo <strong>CECOR</strong> com o apoio da União Européia/Serviço Internacional. O evento aconteceu no último dia 27 de setembro e contou também com a presença de técnicos da Diaconia e Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC).</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Os agricultores e agricultoras, vindos dos municípios de Serra Talhada, Santa Cruz da Baixa Verde e Triunfo, conheceram a ideia do biodigestor na área de Jussier dos Santos. O experimento é um equipamento que transforma o esterco de curral em gás inflamável (biogás), que pode substituir o botijão de cozinha. A tecnologia é desenvolvida pela Diaconia e PDHC. <a href="http://www.cecor.org.br/uploads/biocombustivel.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3307" style="margin: 3px; border: black 1px solid;" title="biocombustivel" src="http://www.cecor.org.br/uploads/biocombustivel-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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<p style="text-align: justify;">De acordo com o técnico da Diaconia, Jussier Jorge da Silva, além do biogás produzir um gás limpo, os <a href="http://www.cecor.org.br/uploads/agricultores-na-comunidade-intercambio.jpg"></a>agricultores não emitem gases na atmosfera como o botijão de gás tradicional. “Outro benefício do biodigestor é a limpeza do curral com a retirada do esterco, o que sobra pode servir de adubo, e trazer uma economia financeira para a família, não vai mais precisar comprar o gás”, esclareceu.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Com biodigestor, cada família economiza em média R$ 500,00 por ano e para cada equipamento construído precisa, de no mínimo, três animais para produzir o esterco durante um mês. “Com o biodigestor, vamos diminuir os gastos em casa, sem falar que não vamos mais cortar lenha, nem desmatar a mata”, fala empolgado o agricultor Jussier dos Santos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cecor.org.br/uploads/hortas-e-pomares.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3308" style="margin: 3px; border: black 1px solid;" title="hortas-e-pomares" src="http://www.cecor.org.br/uploads/hortas-e-pomares-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Os agricultores e as agricultoras também conheceram a experiência de hortas e pomares na área do agricultor Luciano Nascimento. Em três hectares, ele e a família plantam cebola, banana, macaxeira, feijão e mamão. A produção é comercializada na própria comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Para o coordenador geral do <strong>CECOR,</strong> Espedito Brito, o intercâmbio de experiência é um momento muito rico de conhecimento. “É importante essa troca de saberes. O agricultor e a agricultora mais que ninguém sabe e conhece a vivência e os desafios do nosso Semiárido. Ao conhecer um experimento numa determinada família, eles podem replicar depois na comunidade”, enfatizou.</p>
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		<title>Festa para comemorar colheita de algodão agroecológico</title>
		<link>http://www.cecor.org.br/festa-para-comemorar-colheita-de-algodao-agroecologico/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 17:55:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[No último dia 16 de setembro, o Território do Pajeú celebrou a primeira Festa da Colheita do Algodão em Consórcio Agroecológico na cidade de Afogados da Ingazeira. Cerca de 100 pessoas entre agricultores e agricultoras, lideranças, equipe técnica do CECOR e representantes de organizações, Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC) e Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cecor.org.br/uploads/algodao-em-cosorcio-agroecologico3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3281" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="algodao-em-cosorcio-agroecologico3" src="http://www.cecor.org.br/uploads/algodao-em-cosorcio-agroecologico3-300x225.jpg" alt="" width="243" height="182" /></a>No último dia 16 de setembro, o Território do Pajeú celebrou a primeira <strong>Festa da Colheita do Algodão em Consórcio Agroecológico</strong> na cidade de Afogados da Ingazeira. Cerca de 100 pessoas entre agricultores e agricultoras, lideranças, equipe técnica do <strong>CECOR</strong> e representantes de organizações, Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC) e Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) estiveram na cerimônia. O evento também contou com a participação de artistas e poetas da região e, na ocasião, foram homenageados produtores rurais pelas práticas agroecológicas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>CECOR </strong>faz assessoria técnica para o Projeto Algodão em Consórcio Agroecológico nas comunidades de Pilãozinho, Poldrinhos, Santa Rita e Lajinha em Serra Talhada. Ao todo, são 36 famílias que estão  usando esse novo sistema e a estimativa é de produzir nove mil quilos de algodão no Território.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> Para o técnico do <strong>CECOR</strong>, Lucimário Almeida, a ideia do consórcio é, além de produzir o algodão, o agricultor não deixar de plantar o feijão, milho, abóbora e outros cultivos para alimentação. “Esse sistema ajuda também a controlar as pragas e incentivar as práticas agroecológicas com o uso de curvas de nível, cerca viva, aração animal e a mão-de-obra familiar”, ressalta.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.cecor.org.br/uploads/agricultor.jpg"><img class="size-medium wp-image-3297 alignleft" style="margin: 3px; border: black 1px solid;" title="agricultor" src="http://www.cecor.org.br/uploads/agricultor-225x300.jpg" alt="" width="212" height="247" /></a>O agricultor João José Magalhães, da comunidade de Pilãozinho, foi um dos homenageados no evento com sua prática agroecológica. Há um ano, ele começou a produzir junto com sua família de forma consorciada em meio hectare de terra próximo de sua casa. “É muito bom retomar a cultura do algodão, sem deixar de cultivar o feijão, milho, jerimum, girassol e melancia”, diz satisfeito com o novo sistema. A produção de Seu João chegou a 229 kg de algodão e um rendimento de R$ 400,00.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Toda a produção do Território do Pajeú vai ser comercializada com uma empresa têxtil francesa para confecção de camisas e tênis. O PDHC e a Embrapa Algodão da Paraíba acompanham a execução do Projeto Algodão em Consórcio Agroecológico.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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